O Farpas

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Leituras: Educação

A propósito da Educação, em geral, e de Políticas Educativas, recomendo:

Políticas Educativas” – in “Jacarandá”, por António Barreto

Demasiado bom para ser, aqui, sintetizado por mim.

Da politização excessiva da educação, passando pelo modelo de “formação integral do indivíduo”, pela destruição dos laços que deveriam ligar a escola às comunidades, pela opacidade e impermeabilidade da escola às influências externas e acabando na instabilidade do corpo docente…

Na minha modesta opinião, leitura na íntegra obrigatória.


Por Exemplo” – in “Jacarandá”, por António Barreto

Não lhe chamaria uma “escola modelo”. Chamar-lhe-ia antes um modelo de escola.

Na minha opinião, uma excelente proposta. Não sendo, nem pretendendo ser uma solução final, é, sem dúvida nenhuma, muito mais do que um mero ponto de partida…

Não existindo modelos ideais, este, para mim, aproxima-se bastante disso.


A propósito da “Guerra na Educação”, com um “cheirinho” bem actual de manipulação da Comunicação Social, recomendo:

Agarra que é professor” – in “Atlântico”, por Paulo Pinto Mascarenhas

Um retrato irónico e, por isso mesmo, assustadoramente realista da situação actual. Isto, para quem pensa e se preocupa…


Dezembro 14, 2008 Publicado por ofarpas | Educação, Leituras | , , , | Sem comentários ainda

Maria de Lurdes Rodrigues: o D. Sebastião da Educação

Hoje, ao folhear casualmente o Correio da Manhã, deparei-me com este artigo de opinião do jornalista António Ribeiro Ferreira.

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A Sr.ª Ministra Maria de Lurdes Rodrigues é o D. Sebastião da Educação em Portugal.

Os professores… Bem, os professores, esses… Só mesmo lendo.

Eu não sou professor, mas senti-me mal ao ler tamanha violência. E a razão que admito assistir-lhe num ou outro ponto, dilui-se com facilidade na agressividade da argumentação.

Penso que o artigo aborda uma questão importante, que é a fraca qualidade científica e técnica de alguns professores e das “universidades” onde se formaram. No entanto, a análise também não pode ser assim tão linear, na medida em que qualidade científica e técnica não é necessariamente sinónimo de qualidade pedagógica, e nas nossas universidades encontramos exemplos acabados disso mesmo: professores com excelente qualificação científica, que não deixam de ser paupérrimos professores.

Agora, que há para aí muitos professores que sempre foram pobres alunos e que acabaram os cursos com classificações espantosas, há.

Seja como for, as generalizações que faz, para além de violentas, são abusivas. Penso que se a Ministra da Educação pagasse a alguém para escrever uma coisa deste género, não conseguiria ter um melhor serviço.

Novembro 24, 2008 Publicado por ofarpas | Educação | , , , | 1 Comentário